Alto de Pinheiros, Jardim Califórnia, Sítio Boa Vista, Vila Beatriz, Vila Madalena, Vila Nogueira, Barra funda, Bela Vista, Bixiga, Morro dos Ingleses, Vila Helena, Belém, Belenzinho, Tatuapé, Bom Retiro, Luz, Ponte Pequena, Brás, Cambuci, Mooca, Brooklin Novo, Brooklin Paulista, Campo Belo, Jardim Aeroporto, Jardim Brasil, Vila Congonhas, Campo grande, Campo Limpo, Consolação, Higienópolis, Pacaembu, Vila Buarque, Água Funda, Bosque da Saúde, Cursino, Jardim da Saúde, Jardim Previdência, Vila Água Funda, Vila Brasilina, Vila Brasílio Machado, Vila Gumercindo, Vila Moraes, Vila Nair, Vila Santo Estéfano, Alto do Ipiranga, Dom Pedro I, Ipiranga, Vila Carioca, Vila Independência, Vila Monumento, Chácara Itaim, Cidade Monçõe,s Itaim, Itaim Bibi, Butantã, Jardim das Acácias, Vila Cordeiro, Vila Funcha,l Vila Gertrudes, são caetano do sul,diadema,Vila Olímpia, Americanópolis, Cidade Leonor, Jabaquara, Jardim Metropolitano, Jardim Oriental, Vila Rica, Parque Jabaquara, Guarani, Vila Mascote
Recarga e manutenção de extintores de incêndio nivel 2 e 3
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Quando o recipiente para o agente extintor for construído em aço inoxidável, a pintura externa é opcional.
4.2.3.2 No Relatório de manutenção de segundo nível deve conter, no mínimo, as seguintes informações:
a) A identificação completa do cliente, incluindo, além do nome/razão social, endereço e telefone, devem constar de um cadastro do cliente.
b) Identificação do recipiente/cilindro (norma, número de série e carga nominal do agente extintor)
c) Marca e ano de fabricação do recipiente/extintor e do último ensaio hidrostático, quando houver;
d) Discriminação dos componentes novos que substituíram outros reprovados, quando aplicável;
e) Assinatura do responsável operacional;
f) Número do Selo de Identificação da Conformidade, individualizado para cada extintor.
4.2.3.3 Para o caso do extintor de incêndio com carga de dióxido de carbono (CO2) ou cilindro de gás expelente, devem ser efetuadas, na válvula, de acordo com o item 4.2.4.12, a marcação da massa do extintor de incêndio completo com carga, mangueira, punho e difusor (PC) e da massa do extintor de incêndio completo descarregado (PV);
Nota: A empresa de manutenção deve checar se o PC e PV existentes estão corretos. Caso não, deverá corrigir esses dados, procedendo conforme item 4.2.4.12.
4.2.3.4 Só é permitida a recarga utilizando-se nitrogênio como gás expelente, para os extintores de pressurização direta. No caso dos extintores de pressurização indireta, deve-se utilizar o nitrogênio somente quando a ampola não for destinada ao armazenamento de dióxido de carbono (CO2).
4.2.3.5 A manutenção de segundo nível, por consistir em procedimento de caráter preventivo e corretivo, deverá ser executada a cada 12 meses, observando o descrito em 4.2.3.5.1.
4.2.3.5.1 A primeira manutenção de segundo nível, desde que o extintor de incêndio não tenha sido utilizado e não esteja submetido a condições adversas ou severas, deverá ser executada após 12 meses da data de sua fabricação ou ao final da garantia dada pelo fabricante do extintor, o que for maior.
ANEXO A PORTARIA INMETRO Nº 005/2011
Nota: Fica a critério e responsabilidade da Empresa de Inspeção Técnica e Manutenção de Extintores de Incêndio a realização da recarga de extintores com carga de Dióxido de Carbono a cada 12 (doze) meses. Entretanto, deve ser respeitado o prazo máximo de 5 (cinco) anos para a recarga. Porém, se houver perda superior a 10% da carga nominal declarada, a recarga necessariamente deve ser efetuada
4.2.3.6 Somente serão aceitas válvulas de extintor de incêndio de CO2 com rosca 5/4 NGT ou 5/4 NPT, observando-se o definido no Anexo A, item A.2.1 “Nota”.
4.2.3.7 Na recarga de extintor de incêndio não PE permitido a alteração das pressões ou quantidades indicadas no recipiente ou cilindro

4.2.4 Manutenção de terceiro nível
4.2.4.1 A manutenção de terceiro nível inclui todos os requisitos aplicáveis à manutenção de segundo nível previstos neste RTO e, adicionalmente, o que segue:
a) Identificação do ensaio hidrostático conforme previsto no item 4.2.4.9;
b) Execução do ensaio hidrostático dos recipientes e cilindros destinados ao agente extintor e ao gás expelente (quando houver), segundo o método de ensaio descrito nos itens 7.4 ou 7.5, conforme o caso;
c) Remoção total ou parcial da pintura dos recipientes ou cilindros, sendo que a remoção total deverá ocorrer, obrigatoriamente quando for observado o descrito no item 4.2.4.2.1.
c) Pintura do recipiente ou cilindro;
d) Determinação da capacidade volumétrica, conforme previsto no item 7.7;
e) Substituição do conjunto de segurança da válvula de descarga dos extintores de incêndio de CO2 ou cilindros para o gás expelente (arruela, disco e bujão), posteriormente ao ensaio hidrostático na válvula de descarga.
f) Verificação da resistência à pressão da válvula de descarga, conforme ensaio descrito no item 7.8.2 ou 7.9.3;
g) Verificação da resistência à pressão da mangueira de descarga, conforme ensaios descritos nos nos itens 7.8.1 e 7.9.1
4.2.4.1.1 Só é permitida a recarga utilizando-se nitrogênio como gás expelente, para os extintores de pressurização direta. No caso dos extintores de pressurização indireta, deve-se utilizar o nitrogênio somente quando a ampola não for destinada ao armazenamento de dióxido de carbono (CO2).
4.2.4.2 Os recipientes e cilindros de extintores de incêndio devem ser submetidos ao ensaio hidrostático em um intervalo máximo de 5 (cinco) anos, observado o prescrito em 4.2.4.3, contados a partir de sua data de fabricação ou da realização do último ensaio hidrostático. Porém, independente da data de realização do último ensaio hidrostático, os recipientes e cilindros devem ser submetidos imediatamente a esse ensaio quando não for possível identificar quando se deu o último ensaio hidrostático.